Uma pesquisa com mães no México revelou que 92% delas se sentem reprimidas pela sociedade para falar abertamente sobre sua maternidade.

As mães fomos cercados por uma auréola de perfeição e superpoderes. Quando sabemos que nem sempre é assim. Embora a maternidade nos dê muita força, vontade e desejo de dar tudo pelos nossos filhos, também fomos proibidas de mostrar fraqueza e somos julgadas quando erramos.

No México, a maternidade é muito valorizada pela sociedade, segundo o ENADID 2018, apenas 8% das mulheres entre 45 e 54 anos nunca tiveram filho ou filha; e entre este grupo, quase 34% os queria e 66% não.

Além da felicidade que as mães experimentam com seus bebês desde a gravidez até que possam segurá-los, as mulheres passam por diferentes fases que geralmente não são comentadas.

E uma não está em desacordo com a outra: a felicidade de um bebê querido e amado é extraordinária e sem limites, mas há também a ansiedade, a exaustão, a depressão pós-parto e outras dificuldades que milhões de mulheres ao redor do mundo vivenciam e quase não falam.

Por esta razão, amendoim, a rede social exclusiva para mulheres que busca criar vínculos e comunicação entre elas, pioneira em priorizar a criação de vínculos entre mulheres em todas as fases de suas vidas, lançou uma pesquisa no México para descobrir quais são os mitos sobre a maternidade perfeita que são eles devem discutir.

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Que resultados foram obtidos da pesquisa?

Um dos resultados mais notáveis ​​foi que a 96% responderam que a maternidade não é perfeita
-Mais do que 70% indicaram que nem a mãe, nem as tias, nem as mulheres de gerações mais velhas falaram com elas sobre as dificuldades de ser mãe.
-Além disso, o 44% indicaram que o mito que tiveram mais dificuldade de demolir ao se tornarem mãe foi o de que não conseguiriam se desenvolver profissionalmente após o nascimento do bebê
-Seguido por 23% daqueles que acharam difícil eliminar a suposição de que as mulheres nasceram para ter família e filhos.

Precisa de mais apoio, liberdade e pesquisa

Além das diferentes etapas pelas quais passam as mães mexicanas, as construções sociais que mitificam a perfeição de sua figura e papel têm sido um impedimento para se comunicar livremente, com confiança e desabafar quando precisam. porque 92% acreditam que a sociedade não lhes permite falar livremente sobre as dificuldades da maternidade.

“Quando você se tornar mãe, não poderá se desenvolver profissionalmente” é o mito que a maioria delas teve mais dificuldade em demolir.

Por outro lado, 57% das mulheres mexicanas pensam que nem as instituições nem os profissionais de saúde são treinados para apoiar mães com dificuldades físicas e mentais que vivem durante a gravidez e após o parto.

Todos os dias as mulheres vêm ao Peanut para compartilhar suas experiências, e quanto mais falam, menos se isolam. A verdade é que não existe perfeição quando se trata de maternidade. Esqueça o que você vê nos filmes – a transição para a maternidade pode ser desafiadora e esmagadora.

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Eu me arrependo de ser mãe, e você?