A amniocentese é um teste que detecta qualquer alteração cromossômica, pois todo o cariótipo do bebê é estudado. As mais freqüentes são as trissomias do par cromossômico 21 (síndrome de Down), 13 e 18, além de alterações no par sexual. Os fetos com trissomia no par 13 ou 18 geralmente não sobrevivem após o parto, mas os que sofrem de síndrome de Down.

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Cedidas

quais casos são recomendados para fazer uma amniocentese?

A amniocentese é recomendada quando o teste de risco é positivo, ou seja, se o resultado for 1/250 ou menos. Além disso, quando a mãe ultrapassa 35 ou 38 anos (depende do hospital), quando há história de uma criança ou feto com anomalias cromossômicas ou malformações relacionadas à cromossomopatia, quando os pais são portadores de alterações cromossômicas e se há ansiedade materna, valorizada por o ginecologista

Localização

É feito sob controle ultrassonográfico, para que o ginecologista possa visualizar o local ideal onde o fluido será extraído. De fato, leva mais tempo para localizá-lo do que realizar a punção. Para fazer isso, procure um local onde a agulha não atinja estruturas (placenta, cordão umbilical, vasos sanguíneos maternos) e onde exista uma piscina líquida.

Punção de amniocentese

O especialista introduz a agulha guiada pela máquina de ultra-som. É uma agulha muito fina, de 1 mm de espessura (semelhante a um fio de cabelo), muito flexível e com uma ponta especial para que, ao atravessar os tecidos, não produza lágrimas. Primeiro atravessa a pele, depois a gordura, o músculo, o útero e o saco amniótico. A ação é tão rápida que você só notará uma leve pontada.

Extração

Uma vez que a agulha está dentro da cavidade, o ginecologista remove 10 ml de líquido amniótico. Ele vai usá-lo por menos de um minuto.