A força mental ou resiliência é a capacidade do cérebro de entender e superar as circunstâncias desfavoráveis ​​que a própria vida traz consigo.

Todos os pais querem que nossos filhos saiam bem-sucedidos dos conflitos e decepções da vida. Não sofra! não chore também! não os machuque! que eles tenham muito menos medo da vida! Pelo contrário, que sejam felizes e permaneçam alegres.

No entanto, nem todos os pais têm a capacidade de fornecer aos filhos as ferramentas que devem ter para enfrentar positivamente um mundo que às vezes pode ser muito duro e também gerar habilidades para tolerar a frustração.

E por onde começar? Segundo a Dra. Lourdes Mejía Trejo, Como instrutor de habilidades socioemocionais, é importante fortalecer a mente do seu filho, e a primeira coisa que você deve fazer é aprender que todas as emoções são essenciais.

Como criar filhos que toleram a frustração?

Primeiro: as emoções são básicas

“As emoções não são boas nem más, são emoções e todas são importantes para o desenvolvimento dos menores. Portanto, aprender a gerenciá-los será fundamental para enfrentar todas as circunstâncias da vida”, explica Mejía Trejo.

Por isso, nunca deve dizer aos seus filhos: “crianças bonitas não se zangam”, “tristeza é mau” ou “deves estar sempre feliz”, recomenda o entrevistado e refere que: “todos os humanos devem saber gerir as emoções: “ sentir raiva está bem, machucar ou violar os outros não está certo.”

Segundo: habilidades socioemocionais, a chave

Quando uma criança souber administrar suas emoções, ela construirá habilidades socioemocionais que lhe permitirão viver em harmonia consigo mesma e com os sentimentos dos outros. Quando uma criança é capaz de se autorregular, ela será capaz de enfrentar, por exemplo: a morte de seus entes queridos, mudanças de escola, frustração pela derrota e qualquer outra situação.

Terceiro: responsabilizá-los

Não resolva tudo na vida para eles. Dê a ele responsabilidades de acordo com sua idade e habilidades, mas lembre-se de que nem todas as crianças amadurecem da mesma maneira. Portanto, não espere que seu filho siga os passos de seu irmão mais velho ou primo da mesma idade. “Não faça a lição de casa”, “deixe-os lavar o prato e o copo sujos”, “deixe-os levar o lixo”, “deixe-os procurar um emprego de verão” e “deixe-os economizar para comprar o que sonham ”.

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Quarto: punição sem disciplina sim

Por sua vez, a psicóloga Maricela Fonseca Analco, professora de Aconselhamento Familiar e diretora do Gabinete de Atenção Integral, explica que a criança aprende melhor quando é disciplinada e consciente de seu erro. “Lembremos que não existe ser perfeito, portanto, buscar crianças para atuar sem falhas e, ainda assim, puni-las por isso, é prejudicial. Reflexão, diálogo, empatia e disciplina são mais valiosos do que qualquer castigo físico ou corporal.

Livros que recomendamos para administrar a frustração em crianças

1. Disciplina sem lágrimas
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4. Eu acredito em você. 6 histórias curtas para ajudá-los a tomar boas decisões
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“Disciplina lúdica”, para que seus filhos obedeçam sem medo