É o que você deve saber sobre o alerta epidemiológico às gestantes e puérperas lançado pelo Ministério da Saúde.

Diante do aumento de casos positivos da Covid-19, do Ministério da Saúde, por meio do Comitê Nacional de Epidemiologia A Vigilância #CONAVE e o Centro Nacional de Equidade de Gênero e Saúde Reprodutiva lançaram um alerta epidemiológico às gestantes e puérperas para reforçar suas medidas sanitárias.

Alerta epidemiológico às gestantes que deve levar em consideração

O chefe do A Direcção-Geral de Epidemiologia (DGE), José Luis Alomía Zegarra, informou que devido ao facto de as grávidas e as puérperas terem maior risco de apresentar formas graves de COVID-19, recomenda-se a todo o Sistema Único de Saúde estar alerta e prestar cuidados preventivos e médicos a todos mulheres nessa condição, com o objetivo de reduzir a mortalidade materna e perinatal.

As autoridades indicam que Os principais sinais a serem alertados são: a diminuição dos movimentos fetais a partir da 28ª semana de gestação, bem como vazamento de líquidos ou sangramento durante a gestação; além de forte dor de cabeça, visão turva, zumbido nos ouvidos, inchaço da face, mãos e pés, dor na boca do estômago, febre ou convulsões. Entre os casos mais graves pode haver dificuldade para respirar, dores nos músculos ou nas articulações.

O alerta epidemiológico às grávidas indica que durante a segunda metade da gravidez as mulheres têm maior risco de contágio e até à data 10 mil 504 mulheres grávidas testaram positivo para o vírus SARS-CoV-2.

Em relação às mulheres na fase de puerpério, Karla Berdichevsky Feldman, diretora geral do CNEGSR, recomendou que as mulheres na fase de puerpério mantivessem uma distância saudável de outras pessoas, lavagem frequente das mãos , uso de máscaras faciais, troca constante de roupa e assistência de um familiar.

Lembre-se que os serviços essenciais em #SaludSexual e #SaludReproductiva permanecem ativos e são gratuitos. Em caso de dúvidas ou perguntas, você pode entrar em contato com # LíneaMaterna pelo telefone 800 6283 762, pelo telefone 911 ou pela Unidade de Inteligência Epidemiológica pelo telefone 800 0044 800.