A laringomalácia é uma doença congênita que aparece no primeiro trimestre de vida. É porque a cartilagem e os tecidos que constituem a laringe são flácidos ou fracos e, portanto, não podem permanecer firmes – como um tubo – quando o ar, o alimento ou a água passam. Isso faz com que o duto se feche, fazendo com que um som de trituração conhecido como estridor seja ouvido. Deve-se observar que sua intensidade não é sinônimo de gravidade.

Sintomas de laringomalácia

Suas causas são desconhecidas e não há quadro clínico específico; mas o ruído ao respirar é um sinal claro. Uma maneira de confirmar isso é que fica mais alto com o choro, agitação ou quando deitado de costas.

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Em uma primeira abordagem, Para localizar o ponto em que ocorre o fechamento, os médicos se orientam por uma regra: se você ouvir ao inspirar, o problema pode estar na parte superior da laringe; e se ocorre ao expirar, é ao nível do peito. Para ter certeza, os otorrinolaringologistas realizam laringobroncoscopia, que envolve a introdução de uma fibra óptica pela boca para viajar pelo trato respiratório e observar exatamente o que acontece e onde.

Tratamento

Esta variação não é realmente perigosa: estridor diminui gradualmente a partir de um ano de idade, até desaparecer por conta própria seis meses depois. Sabe-se que a maioria melhora aos dois anos, porém, foram relatados casos em que permanece até a adolescência e, como se manifesta durante a prática de exercícios, é muito fácil de ser confundida com asma.

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De todos os pacientes com laringomalácia, apenas 10% requerem cirurgia, e os candidatos devem apresentar, além dos gritos:

  • Apnéias ou falta de ar
  • Cianose, que é a coloração azulada da pele causada por baixa oxigenação
  • Falta de crescimento ou ganho de peso

Se for assim, a intervenção mais aceita é a supraglotoplastia, que é mais de 95% eficaz; é realizado com laser e é mais recomendado do que um corte na traqueia.

Artigo publicado na revista impressa nº 81, julho de 2012