Quando a mãe e o pai discutem ou são divorciados, é muito comum ouvir desqualificações entre eles. Que consequências existem se a criança as ouvir? Vidal Schmill explica-nos…

Um dos principais fatores que fragilizam as relações conjugais é não apresentar uma frente comum diante dos filhos e filhas para estabelecer limites e educá-los.

A família é a primeira “rede de segurança” quando as crianças se envolvem em comportamentos inaceitáveis ​​ou mesmo perigosos.

Uma rede ou família frouxa ou aguada não conterá as crianças e elas acabarão sendo prejudicadas por não terem limites que lhes permitam coexistir adequadamente. Famílias permissivas não apóiam ou contêm seus filhos, promovendo comportamentos antissociais.

Uma rede excessivamente tensa estabelecerá tantos limites que sufocará as crianças e finalmente as expulsará do ambiente familiar, buscando a “liberdade” da repressão de formas também perigosas. Na realidade serão fugas, não o exercício de sua liberdade. As famílias repressoras rejeitam a tal ponto o comportamento e a personalidade dos filhos que acabam por expulsá-los e romper a relação com eles.

Se a mãe e o pai (ou avó, tios, etc.) não têm uma “rede de apoio” com a mesma tensão (um põe uma rede solta e outro muito tenso), a rede deixa de funcionar e não contém os comportamentos que devem ser corrigido.

Em casais que moram juntos ou mesmo em casos de divórcio, é preciso evitar a todo custo transferir a crise conjugal ou o rompimento para o território educacional dos filhos.

Alcançar acordos mínimos TEM que ser uma prioridade, mesmo que você não concorde com todo o resto. Pela saúde mental das crianças e pela eficácia da educação que devemos dar a elas.

quatro áreas onde os pais devem ter ÚLTIMA PALAVRA e, portanto, apresentar um FRENTE COMUM ESSENCIAL:

  • Problemas de segurança.
  • Problemas de saúde física e emocional.
  • Tópicos sobre seu desempenho e colaboração em casa.
  • Tópicos de preparação para sua vida adulta (rendimento escolar e qualquer outro relacionado ao seu futuro)

Contratos Mínimos Necessários:

“Independentemente do nível de desacordo entre nós, a prioridade isso é apresentar uma frente comum para o bem-estar dos nossos filhos.

“Quando alguém decidir algo, será algo válido e não nos desqualificaremos diante de nossos filhos”

“Quando discordamos, vamos negociar sem que as crianças estejam presentes”

Uma frente comum fará com que seus filhos [en especial los adolescentes] entender que dividir não é uma estratégia que funcione para eles.

Existem dois tipos de decisões nas famílias (juntos ou separados)

  1. decisões suaves. As que não afete a segurança, a saúde, o desempenho e o futuro das crianças.
  2. decisões difíceis. Aqueles que afetam a segurança, saúde, desempenho e futuro das crianças.

Em casos de divórcio com ex-companheiros não cooperativos ou com quem não possam conversar e negociar: Se não for possível um acordo, estabelecer as regras para sua casa e atenha-se a eles.

[Ayúdalos a superar el trance de una separación o divorcio, pero no permitas que sirva de pretexto para no aplicar reglas y límites, al contrario]

Neste caso, agir como calmo, justo, consistente, firme S nunca fale mal do ex-parceiro.

Vidal Schmill, Pedagoga e especialista em Desenvolvimento Humano, conferencista, escritora e pioneira do conceito Escola para Pais no México.

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